2DomPascoa

Tomé: o descrente que creu! (Jo 20,19-31)

Jesus foi ressuscitado! Agora, não há mais espaço fechado que não seja aberto. Com essa dádiva, numinosa e misteriosa, repleta de amor, os muros caíram, as paredes tombaram, as correntes desprenderam-se, rumo à liberdade que gera Vida. No texto evangélico, percebemos dois espaços trancados, fechados, lacrados: seja pelas paredes concretas e intimidadoras da construção civil

DomPascoa

Diferentes, mas Iguais! (Jo 20,1-9)

Encontramo-nos diante de um texto essencialmente cristão. Pois, aqui descobrimos o que temos de mais caro, dentro da nossa eclesiologia: a madura diversidade, em busca da terna unidade.Textualmente, foram-nos apresentados personagens, tais como: “Maria Madalena, Pedro e Thiago”. A primeira vai, apressadamente, de madrugada, visitar o túmulo e vê a pedra removida. Isto fez com

SabAleluia

As Primeiras Testemunhas! Lc (24, 1-12)

Eis que um desacreditado grupo rompe as barreiras do medo e sai, madrugada adentro, pelas esquinas de Jerusalém, à procura do corpo do Senhor. Levavam consigo perfumes dos mais variados, preparados caseiramente por mulheres simples, donas de lares. Psicologicamente, intuímos que, misturado com a doçura perfumada da fragrância, acrescentaram-se o amargor das lágrimas, o peso

2DomQuaresma

Despertos em Cristo! (Lc 9, 28b-36)

Encontramo-nos diante de um texto evangélico, circulável nos três anos litúrgicos da Igreja: trata-se da Verdade da Transfiguração do Senhor. Incisivamente, o autor ratifica: “Pedro e os companheiros estavam caindo de sono; enquanto isso, Jesus rezava…”. Como definir as condições de Pedro? Será que naquele momento sentia tão somente sono? Fruto da enfadonha luta diária?